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Mensagens

Um Amor nascido à pressa.

Viajam ambos em sono profundo depois do tórrido momento do primeiro encontro, num comboio com destino a Paris. A Lua esmorecera e o dia acabava de nascer, a chuva ganhara de novo terreno ao nevoeiro e voltava a cair, Teresa rejuvenescia a cada momento no descanso da sua paz. O destino final aproximava-se, a estação da Gare D'Austerliz , e como assim era, ao alterar o ritmo sincopado da sua marcha, os guinchos metálicos dos travões a serem acionados sobre os trilhos, acabaram por o despertar primeiro, impulsionando Luís no retorno ao seu lugar, junto de Teresa. Queria desesperadamente lá estar quando ela despertasse. Vagueara até à brisa rápida da noite para fumar, e adormecera aí, no chão da plataforma. 

Marcador de Livros

O excelente blogue da Maria Manuela Magalhães; " Marcador de Livros " também me adicionou no seu extenso rol de autores divulgados. Maria, muito obrigado.

Conto Convosco!

O Planeta está bem? Autor:  Casimiro Teixeira Já se imaginou a acordar amanhã cedo, tomar o seu duchinho, um bom e saudável pequeno almoço, preparar-se para sair para o trabalho, entrar no carro, olhar em frente e... e descobrir que o planeta desapareceu, já não está lá?

Pedacinho Literário

Pedacinho Literário   Mais um excelente blogue de divulgação literária que me agraciou com uma pequena nota acerca do meu livro: "Poemas por Tudo e por Nada" nas suas páginas. Obrigado pela partilha.

O Caminho certo.

Imagem retirada de djibnet.com E se eu palmilhasse sem receio, um caminho que nem me apeteça, no final de um dia que custou a vir, mas lento, e num céu de chumbo, ele veio. E se por lá ficasse, sem que mereça, a vasta liberdade que me fez sentir?  E se misturasse ao som mudo dos meus pés, a pausa etérea da areia revolvida? O ruído feroz daquela trovoada, O restolho do mar lambendo-me de viés? E se fosse isto a minha vida? E não mais sempre alma magoada. E se pelas pupilas gastas pelo sal,  a imagem do mundo se entreabrisse? Majestosa se mostrava, e mesmo sem ser minha, pareceu-me não ter nunca tido outra igual. Como se o próprio Sol ao morrer olhasse, e visse, que a tristeza d’outrora já definha. Foi-se, sem emitir um som que fosse impuro. Nem tampouco um só lamento de saudade. E se por fim entrassem em alinho, Os quantos sentidos e emoções deste coração duro...

Festa do lançamento do livro de poesia "Poemas por Tudo e por Nada"

Tristeza.

Nem sei bem o que isto é, mas sinto uma tristeza profunda no meu coração hoje. Fui linearmente vexado  verbalmente por um escritor português, que todos conhecem decerto, mas que obviamente prefiro omitir o nome, pela simples razão de não querer descer ao nível da mesma ignomínia que lhe impulsionou as palavras, e tudo isto por ter tido a insólita audácia de lhe transmitir um vulgar pedido de auxílio. Felizmente que ainda sou ninguém no mundo da literatura, mas começo já a tomar medidas interiores para que nunca, repito, nunca, me venha a transformar em alguém do vulto desse senhor. É esse um dos medos que mais me aflige, que um dia, o sucesso e a fama, se acharem por bem me agraciarem, me moldem as glândulas da alma, e formem a figura de semelhante homem descomposto. Não existe solidariedade entre autores, foi a conclusão a que cheguei, sobretudo se os patamares entre eles forem demasiado desnivelados, e o espírito humano dos mais proeminentes se encontrar infetado pelo vírus da a...

Entrevista à Antena 1

Cliquem aqui para ouvirem a entrevista!

É (um) Mar qualquer.

Veja este vídeo-poema aqui

A minha Vila do Conde

Deixo as legendas para vocês fazerem.

Paixão com paixão se paga.

O mundo de Miro também participa.

Blogue Prazer da Leitura

O Blogue de divulgação literária Prazer da Leitura em boa hora fez a gentileza de publicar um pequeno artigo, que oferece uma visão detalhada sobre o que vou fazendo de momento a nível de publicações literárias, difundindo não só os livros que já se encontram disponíveis para venda, como também aquele (Governo Sombra) que está para sair.  Fica aqui o link para o artigo em questão, assim como o meu enaltecido agradecimento à administradora do blogue.

Mais almas que Uma.

    Pierre Bonnard - "Nua em frente à lareira" Quando te vi nessa noite, eras só pele e calor, quis sentir-te mais de perto, mas queimavas, a vontade de te tocar, com o mesmo fogo que te guardava. Estendias-te ao alto, indolente, num esboço de pintor, e nem eras carne, incendiavas apenas, tu queimavas, teu reflexo, meu espírito, o próprio ar, que respirava. Que suplício de fogueira é este que me queima desta maneira, me prende à cama na visão tua que se esfuma? Os meus olhos enganam-me, e não te vejo, e perdi a função viva de te sentir,  sei-te aí, nua em frente à lareira, mas sei também que tenho mais almas que uma, e perdi-te a figura, no calor do desejo, adormeci pensando no que está por vir. Casimiro Teixeira 2005

As Aventuras de Rodrigo o Guerreiro Sonhador - Cap. II

Depois de deixarem para trás, a Floresta de Oom, os cavalos alados, Grunch e os peixinhos glu glu glu, os dois companheiros voaram sem descanso por dois dias e três noites seguidas, parando apenas na terceira noite, numa pequena aldeia com casas de telhado de palha para comerem algo e descansarem. Mas mal Fabio se preparava para aterrar e todos os aldeões começaram a atira-lhe pedras e paus afiados como lanças, tentando a todo o custo afasta-lo daquele sítio. Com grande dificuldade, lá conseguiu chegar ao chão, mas ainda assim a uma distância segura dos aldeões que com olhos de ódio corriam na sua direcção com os paus afiados e forquilhas e foices em punho. Apenas quando Rodrigo saltou do lombo de Fabio e lhes agitou os braços para que parassem é que eles se detiveram.

O plano ideal para o problema dos idosos.

http://www.google.pt Então você é um cidadão sénior, doente e abatido, e o seu governo acaba de o informar, que não existem lares de terceira idade, disponíveis ao enquadramento do seu escalão financeiro. - É pobre e recebe uma reforma de míngua -  é chato, e pouco há a fazer, exceto sentar-se num banco de jardim e atirar migalhas aos pombos e patos. - O que fazer então? O meu plano oferece a qualquer idoso de 65 anos ou mais, um pacote de luxo, que inclui uma arma de fogo e quatro (4) balas. Ser-lhe-à permitido alvejar indiscriminadamente quatro (4) políticos há sua escolha. (não necessariamente com a intenção de os matar, mas também pode ser. Fica é um pouco mais dispendioso.)

O Triunfo do Cagufe!

O pânico tomou posse deste nosso belo país, continente, regiões autónomas e respectivos arquipélagos diminutos. Algures numa rocha dos ilhéus formigas, uma família de caranguejos, faz contas à nova vida, que a austeridade lhes quis impor. Do simples alarme social passou a medo, e o medo alimentado pelo constante fastio sem nexo da comunicação social, transformou-se em pânico.  Estou farto da política e das notícias sobre a política, mas sobretudo dos políticos. Estou farto e mais do que farto.

A travessia do Atlântico.

"Poemas por Tudo e por Nada" já atravessou o Atlântico e chegou ao Brasil. Um blogue paulista, O Mundo dos Livros , fez a gentileza de o divulgar para o imenso público de bons apreciadores de poesia que são os nossos irmãos brasileiros.  Desde já os meus sinceros agradecimentos ao gestor do blogue em questão, e só posso agora esperar com alguma ansiedade que desperte apetites por lá, pela poesia portuguesa, de modo a que suscite algum feedback. Obrigado. Fica aqui o link para o post: Poemas por Tudo e por Nada.

Revolta cá dentro!

Revolta cá dentro! publicado no "Em jeito de escrita."

O Fim da Noite.

Conto: "O Fim da Noite" no World Art Friends

Alguém adivinha onde se situa esta janela?