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Também já estive nu abaixo do chão

Valha-me o Theo e o Dizzy, ao menos.

Thelonious Monk Dizzy Gillespie

Nós também não...

Charles Aznavour (1924-2018)

A armar-me em Pessoa

Último café no Martinho da Arcádia antes do concerto dos Camel...

Longe

Aos amigos tudo... Descubram a agenda do Rui T aqui . Ouçam-lhe as músicas, encontrem-no. Há muito que trabalha com afinco na sua música e atravessou alguns desertos dolorosos e passou por cima de tudo quanto lhe atiraram. O Rui é um lutador e um bom amigo, merece mais, ganhou esse direito.

Concerto de Plateia - Maravilhoso

"É um ritual habitual dos Green Day, especialmente em terras inglesas: antes de a banda norte-americana subir ao palco, o sistema sonoro entretém o público com "Bohemian Rhapsody", o inesquecível single de 1975 dos Queen. Assim foi no passado dia 1 de julho, no concerto que a banda de Billie Joe Armstrong deu no vastíssimo Hyde Park, em Londres, no festival British Summer Time. Mas em vez do habitual burburinho (cânticos, assobios) que incitam à chegada da banda que, afinal, todos querem ver, o público londrino não se fez rogado e começou a cantar "Bohemian Rhapsody", sem mácula, de início ao fim. O que aqui se pode ver é um coro arrepiante de 65 mil pessoas que, espontaneamente, "abraçaram" o hino dos Queen com os melhores argumentos. Aos quatro minutos, na secção mais pesada da música, o povo abana a cabeça, canta com fervor e o espetáculo espontâneo torna-se, realmente, intenso. No palco, atrás da bateria, uma câmara capta o momento. Sem mai...

Breve memória de um bom Festival

NÓS, Vivos! Foto: Jorge Machado Foto: Jorge Machado ... e felizes.

...onde o vento sopra mais forte

O meu caríssimo amigo Rui T, em actuação ao vivo no Teatro Municipal de Vila do Conde, com o novo tema, entretanto já gravado: "Corre", baseado no meu livro com o mesmo título. O Humberto sorri algures. Podem saber um pouco mais sobre o Rui e o seu trabalho, aqui .

Peido, logo existo!

Hoje, o Homem exalta-se a si mesmo constantemente. Confesso que nunca me pensei como um moralista de bastidor, daqueles provedores de sofá que despejam dislates em frente ao televisor, e depois, insatisfeitos, rumam às redes sociais a mostrar ao mundo como a cabeça lhes chegou aos dedos. Ontem apercebi-me que sou. É uma idiossincrasia que   talvez me tenha chegado com a idade. Certas noções de certo e errado começam finalmente a assentar cá dentro.  Todos sabemos sobre o terrível incêndio, sobre as vítimas, a indefinição de culpabilidade, os deslizes da, por vezes, muito pobre comunicação social que os acompanhou. Todos já sabemos tudo sobre isto, demasiado quiçá. Por altura destes tempos imediatos, nem o mero escapar de um gás de algum mosquito se livra do escrutínio continuado e multi-interpretado. É assim que são as coisas agora. Muito úteis a espaços, em momentos e situações que de outro modo passariam despercebidas da maioria, como revoluções, catástrofes, viola...

Reviver o passado em... Vilar de Mouros

Me & Scott Mathew

Na minha cabeça poderíamos ser amigos para sempre.  Belo e feio, gordo ou hipster, pouco importa quando a música e a voz nos torna bonitos e iguais para sempre. Hoje, no Teatro Garrett, na Póvoa. Ouçam isto que é tão lindo