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A mostrar mensagens com a etiqueta fotos trabalho

Que Alguém Saiba que Passaram Cinco Anos...

"ESTE SILÊNCIO É SÓ MEU" Nunca quiseste o meu silêncio,  e eu mantive-me afastado sem nada para te dizer, e gritei para dentro sem ter nosso, um ponto interior de dor. Nunca quiseste saber-me sem voz, mas sabes, o que instantaneamente me dói, não são essas distâncias, que ficaram nestes anos todos a crescer, arrumadas entre os medos que não gritamos juntos, e os sonhos que nem transpirei na tua pele. O que verdadeiramente me dói são os bons silêncios, que nunca habitamos lado a lado. Porque o silêncio só pode ser bem partilhado, com os que amamos até à loucura. Só ele é dádiva perfeita que não pede nada. Nada pediste. Sim, tu não pediste este silêncio, e mesmo assim, nada fizeste para te defenderes. E depois que ficar calado seja loucura? Maior loucura é deixar fugir o lugar onde deitar a cabeça, e esperar que a madrugada lentamente desfaça, todos os segredos altos e todos os barulhos, que como homem ansiei fazer saltar desse...

Ainda a 'governar' pela sombra dos usados.

Feira do Livro do Porto '18 Foto tirada por uma amiga/leitora Obrigado Olga, muito, muito obrigado.

Seis anos depois...

Custa-me a crer que depois de mais de seis anos volvidos, um livro meu ainda esbraceje por aí nas mãos de alguém, que esse mesmo alguém o venha a ler e, que por algum milagre, se decida a enviar-me mensagem por e-mail dando-me conta daquilo que achou sobre o mesmo. Bem, aconteceu mesmo. E deixo-vos aqui a mensagem na íntegra (com a sua autorização devidamente) para que saibam o que pensou o Sr. Laranjeira, após o ter lido. Muito obrigado. "Teria muito a dizer-lhe sobre este seu livro ( Governo Sombra ), mas p oupo-o maiores deambulações: acho que é um livro acima do mediano, que justifica encómios e leitura. Tem a densidade dos grandes romances que desbravam as entranhas do que é ser humano. Faz a digressão pela escuridão construindo uma ideia em que os caminhos se bifurcam e alongam obrigando o leitor a olhar o mesmo cruzamento várias vezes, sempre chegando por um caminho distinto. Abre portas inusitadas. Usa imagens tão evocadoras quanto domesticadas são as palavras que a...

Luis Silva

O Luis é um desmedido ilustrador vila-condense, malabarista fantástico em muitos géneros diferentes do desenho, que nunca falha em nos encantar. Da caricatura ao desenho animado, da ilustração para livro até aos rabiscos a esferográfica BIC, que depois acabam em criações brilhantes de automóveis antigos, de deixar muitas bocas escancaradas, atira-se a tudo com uma garra e talento de herói. Eu cá acho que isto pode muito bem ser um super-poder, mas como já o conheci e até gostei dele, posso estar a exagerar. Vejam os links (em baixo) e descubram o grande Luis Silva. Portocanal.sapo.pt p3.publico.pt/cultura/exposicoes www.coolnews.co.uk facebook.com/LuisSilvaIlustrador

Jorge Machado

Jorge Machado Ninguém nunca sabe ao que vem, viver é um ensaio. Dão-nos o que fazer e coisas para que acreditemos e depois ficamos à solta. Dão-nos o nós e a vida de barro, mas há quem faça o que bem entende gostar de fazer. E até há quem o faça muito bem. Ninguém nos explica direito, em pequenos, que as coisas mudam e partem e ausentam-se, e que antes de aqui chegarmos, já o seríamos, mas que tudo se cria e que tudo se nos pode escapar. Carecemos de um olho arguto e atento para captar o que mais conta, até à eternidade. Eu, por boa sorte, tenho um amigo, que por sorte também é o meu melhor amigo, que entende muito bem que há tempos de equívocos, de medo e de combate. Que o mundo, de tão duro e belo até ao fim é mais colectivo se for partilhado em imagens, que nos deixem estarrecidos. O Jó sabe disso de querermos ser felizes, nisso somos mais que irmãos.  E desde catraios entendi nele, o seu lugar exacto. O seu carácter metódico, rigoroso é ...

Corações tão deslavados de morte eficaz

Adolfo diz-lhe: - Anda cá. Vem viver no meu coração . Ela hesitou. A sua última palavra ficou suspensa no desejo do ar do quarto, como uma nota falsa de duzentos euros. Adolfo chamou-a de novo, ela pôs-se de pé, levantou os braços e despiu a blusa, rodou o trinco do soutien, de trás para diante, soltou-o e aproximou-se dele sem guardar recordações de nada, porque tinha o coração definitivamente mutilado para o amor. (...) Excerto do conto -  O Triste caso do Homem sem Fim - in " Estórias de Amor para Desempregados " Miro Teixeira Auto-Publicação 2016  -  Estorias-de-Amor-para-Desempregados  - Link disponível só para loucos e aventureiros com boas almas que anseiem saltar fora deste tempo.

Como Corre! (u) no Porto.

Fotos do meu grande amigo e excelente fotógrafo Jorge Machado No Sábado passado, na Casa das Artes, no Porto, apresentei o meu livro "Corre!" - Apareceram poucos, mas os que vieram são todos dedicados; suponho que só nunca estarei novamente. Conheci uma pessoa com uma nuvem no lugar do coração, a Dra. Aida Araújo Duarte , que me apresentou divinalmente o livro, abracei muita gente por lá e por aqueles breves instantes voltei a sentir-me necessário.  Agradeço isto ao Humberto também, esse picuinhas de meia-leca que imaginei para esta narrativa, que me ensinou a libertar-me de tanta coisa que me pesava e a existir tão somente. Obrigado.

Poesia no Canhoto

Hoje, lá mais pela noitinha, estarei por aqui, a dizer e a ouvir poesia e música, em muito boa companhia. Só faltas tu, aparece.

Pudim ou não pudim, eis a questão.

A cozer pudins pelo Minho... muito bem acompanhado! Da direita para a esquerda.: Ricardo Abreu, João Pedro Azul, Renato Filipe Cardoso, eu

Opiniões?

Governo Sombra - Book.it de Valongo

Ontem de tarde, com a Marisa Mendes, da Chiado editora, na sessão de autógrafos da Book.it de Valongo

Governo Sombra no Clube Sénior - Associação O Tecto

Eu e o Professor Amorim Costa na apresentação do Governo Sombra na Universidade sénior da Associação O Tecto. Foto gentilmente cedida pelo jornal O Vilacondense

Apresentação em Recarei (as fotos)

Correu tão bem...Houve de tudo um pouco nesta apresentação, mas o mais importante para mim, são sempre as pessoas. As que aparecem e que as que, não podendo mesmo lá estar, lembram-se na mesma e é como se lá estivessem também. Foi uma noite bonita de convívio, de boa comida, música inspirada, conversa animada, e o livro, o meu querido amigo, que aos poucos me vai deixando, abrindo as asas e aprendendo a voar sozinho, ainda lá estava comigo, agarradinho às mesmas convicções e inquietudes que me impulsionaram a torna-lo vivo. Espero que o "Governo Sombra" vos traga, no folhear contínuo das suas páginas, as mesmas emoções que senti quando lhe toquei pela primeira vez. Acredito que é livro para isso, e não desmonto da minha crença. Obrigado a todos...

Apresentação do "Governo Sombra" no Porto - Os amigos.

Concluí que as minhas palavras não são escritas e ditas para as multidões, e fiz as pazes com isso. Os poucos que as lêem e ouvem, preenchem-me de tal forma o espírito, com a entrega da sua dedicação, que julgo ser impossível, alguma vez me sentir só novamente. Como diria o grande Pessoa: "Tudo vale a pena, quando a alma não é pequena." - Meu Deus, que verdade tão grande! - Obrigado a todos.

Apresentação na FNAC Viseu (as fotos)

Governo Sombra na FNAC de Viseu

A próxima passagem desta aventura será no palácio do gelo, em Viseu, na loja da FNAC. Evidentemente que estão todos convidados. Venham fazer-me companhia no próximo dia 26.

Apresentação do "Governo Sombra" em Lisboa

"(...) Não foi este sistema que me tornou desempregado, fui eu. Porque, quando vamos procurar o que fazer, se fizermos essa busca dentro de nós próprios, acontece uma coisa absolutamente incrível. Acabamos por fazer aquilo de que gostamos. Porque fazer aquilo que nos desagrada, é o pior desemprego do mundo. (...)" Excerto do texto que li na apresentação do "Governo Sombra" no sábado, dia 28 de Janeiro de 2012 na Livaria / Bar Les Enfants Terribles em Lisboa.