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A mostrar mensagens com a etiqueta Helder Sanhudo

O Arquipélago Precioso

No próximo Sábado, dia 8, pela 16h00, em Vila do Conde. Com a auréola que lhe outorga a habitual inquietude, o Helder carregado de pruridos põe-se constantemente a descobrir e a inovar. Ouso quase afirmar que possui um daqueles espíritos indomáveis que só se saciam a experimentar as barreiras. Barreiras essas, que cedo entendeu que nunca poderão ser bem definidas, no que à arte diz respeito. Por norma remete-nos ao incompreensível em um tempo onde só queremos compreender tudo à pressa. Isto diz que, a melhor percepção da obra de um artista é descoberta quase sempre naquilo que não entendemos. E quiçá nunca tenha sido esse o seu grande objectivo, dar-nos lições sobre a sua arte, porém, não restam dúvidas que a sua atitude quase ‘camaleónica’ na relação com a sua arte sempre em modo de descoberta, acaba por nos ensinar muito acerca da própria história da arte em si. Desta feita, o mote do seu mais recente movimento de artífice encaminhou-o para uma área de arquipélagos...

A Paz do Silêncio

Abertura da nova exposição do meu amigo Helder Sanhudo, a não perder no próximo Sábado. (...)  O arranque de uma nova exposição de Helder Sanhudo é de interesse comum, e se não é, deveria de ser. Este interesse parece advir da forma como se reinventa com regularidade, arriscando técnicas de criação e afirmando uma arte que se deixa maravilhar pelo mundo numa atitude firmemente positiva.  Há no seu labor uma grande versatilidade que acaba por se afirmar ou na libertação imensa, ou na parcimónia da cor, sendo assim, ao mesmo tempo económico e luxuriante.  É um tipo de exposição que funciona como bálsamo para estes tempos rápidos de imediatez desumana, pois quer-se demora na visita. Cuidado na apreciação. (...)