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A mostrar mensagens com a etiqueta Futebol

CR7 40

  Quem me conhece mesmo nas franjas mais remotas daquilo que sou, sabe completamente, que o futebol me passa ao lado da existência.  Acompanho-o fervorosamente apenas nos torneios internacionais (europeus e mundiais), jogos de selecções. Porque quem me conhece melhor, sabe que, apesar de todas as minhas idiossincrasias sou é adepto deste País espectacular. E, dentro desse mesmo contexto, quem melhor exemplifica e, convenhamos, mais nos exulta essa estranha paixão que o Cristiano Ronaldo? Resposta: Ninguém! Nem Eusébio, nem Figo nem o diabo-a-velho com dois pés capazes de chutar uma bola, alguma vez nos entronizou mais a este desporto que este super-herói madeirense. O raio do homem não consegue deter-se a meio de nos orgulhar de sermos portugueses como ele. É uma coisa que de fenómeno ele roubou na realidade do outro jogador que dispunha do mesmo nome e alcunha, mas que, nunca, jamais se poderá equiparar a este. E tanto é isto verdade, que hoje, 5 de Fevereiro de 2025, este de...

O difícil caminho de um herói

Faz hoje um ano que o Éder arranjou maneira de ser odiado em França (joga no Lille). "É sempre complicado mas é normal" diz ele, sobre o golo que marcou e nos permitiu trazer o caneco de campeões europeus, mas também sobre o tratamento que os franceses lhe têem infligido desde então, até agora.  Sim, de facto, não deve ser nada fácil enfrentar o habitual racismo gaulês, ser responsável por derrotá-los, em casa, tirando-lhes o troféu das mãos num chute de mágica, em Paris, onde nem a torre eifell se iluminou com as nossas cores, e ainda por cima, nem vir a ser convocado para o torneio da taça das confederações. Se dependesse de mim, mesmo que jogasse tão mal quanto eu, este herói haveria de ser sempre convocado para todos os torneios da selecção, até ser tão velhinho que já nem conseguisse mexer as pernas. Coragem Éder, estamos contigo rapaz. © Getty Images

12 anos de Fé

Guardei-te durante 12 anos. Ontem, não te vesti, vestiste-me tu a mim!

O Português é fundamentalmente Humano desde Pequenino.

Porque sendo "pequenino", o Português, habituou-se a essa condição de falhar, de morrer na praia, enfim, de perder com desastre e infâmia. Desistir parece-nos sempre uma opção tão apetecível, "morrer" assume-nos uma existência de quase um fado predestinado, como algo que se define por razão aos mais fracos, os que são verdadeiramente pequeninos.  Mas não, nada disto! Aos "pequenos gigantes", a couraça da perda, a armadura da derrota infiltra-se-lhes na improvável e oculta alma guerreira, e assume uma outra pele blindada que os faz inevitavelmente maiores.  É um facto histórico, que tanto vale numa guerra antiga, como numa final de futebol destes tempos, a batalha de pura fé que promove a resistência inabalável, a brava entrega dos desfavorecidos, face à eterna glória, contra os vencidos arrogantes, é uma alegria que advém destes resultados improváveis. No fim de contas, poder contar com alguém, mesmo nem sendo adepto do desporto, mas grato e ...

Levantem-se, ouçam e tremam de orgulho.Foto

...eu tremi! Foto: Jornal "A Bola" Foi assim que a tsf nos trouxe o golo histórico de  E der Isto é vívido. Isto é sangue. É loucura. É amor... Não é futebol (que nem aprecio), é a minha equipa, é o meu País!