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A mostrar mensagens com a etiqueta Blogs

Abandonem toda a esperança, os que aqui entrarem!

 

É só para uma estatística...

O meu filho diz que o blog hoje faz anos (não faz), mas fui saber como anda este mundo de saúde. Fiquei intrigado por saber serem mais os franceses e alemães que os portugueses a virem aqui parar. Não fico triste ou contente que os desígnios estatísticos de um algoritmo não são motivo para emoções fortes. Como eu gostava de saber que língua falam na "região desconhecida", apetecia-me agradecer-lhe com um abraço bem escrito.

Onde houver um blog...

Sou um tipo efémero e mediocremente satisfeito com a insignificância, supostamente moderna, dos dias que ainda vivo. Sou-o porque todo o gosto antigo vai-me sendo apagado pelo mobiliário e fachadas das construções imparáveis do agora. Vá, não penseis mal de mim por mais isto. Não exerço qualquer movimento de superstição, não sou nenhum markl , perdão, marco da contra-cultura. Só escrevo umas merdas em um blog. Esta forma de vida, deve de ser várias vezes menos interessante do que qualquer outra, ou assim apontam as mais loucas estatísticas. Ter um blog ainda, e querer alimentá-lo regularmente com novos conteúdos, textos e matérias interessantes, cativantes, fotos, vídeos, pensamentos originais que surpreendam os leitores e os façam voltar, e quiçá, talvez seguir, é, certamente, um acto de grande coragem em finais de 2018. Porra! Atribuo-me esta medalha. Que se lixe. Se mais não for, este pensamento peregrino faz-me acreditar que ainda vale a pena. É assim que, da minha janela, ...

Sou da Parte que é a Favor de ser do Contra.

I gnoro saber se serei capaz de me colocar a jeito para a represália de alimárias mais primitivas. Aquelas de peito já cheio por regra e cabeça rapada por dentro, entouçados ao contrário para garantir que só o mineral mais sujo aí prospera. Mas não os rejeito. Abraço-os até, isto, se vierem aqui. (alguns aparecem, e logo esbracejam imenso pelos dedos ansiosos de babuínos, atirando fezes ao desbarato por todo o lado. Todavia, tão depressa quanto largam a sua carga de fel, desaparecem - atentem, não sou eu quem os apaga, são eles próprios que se esvaem em um nada, após a descarga dos vitupérios pestilentos.)  De facto, desconheço se terei eu mesmo algum peito erigido em bravura, pronto a receber essas pancadas brutas. Mas, admito humanidade e por isso reconheço as minhas fraquezas, esta é só uma da longa lista que me faz homenzinho todos os dias. Duvido muito da minha ousadia sim, mas escrevo-a, porém, na habitual purga que a alma necessita, naquela rotina contínua da auto-...

# Hachetague # Matem-me agora, antes de voltar a escrever seja o que for.

Uma zona de conforto é um lugar maravilhoso, mas nada jamais cresce aí. Mesmo assim, não é fácil abandonar tal recanto para se entrar em um mundo selvagem, povoado de opressores em cada canto. É necessário uma certa efervescência de vontade, levantar os pés do chão, e antes de passarmos as nuvens, deixarmos os sonhos para trás, restabelecermos relações com a realidade e encararmos tudo com a mais profunda calma, como se fizéssemos um pacto de silêncio com a auto-determinação. Se eu fosse um lugar seria assim, ou um lugar como acreditei que um lugar assim deveria de ser, teria sido deslumbrante e triste como uma faca a cortar livros de areia, e, em grande parte, ao acomodar-me nesse conforto ilusório, em efeito retalhando possibilidades ou trafulhices sentimentais por anos a fio de truques e tiques escritos sem grande impacto, fui-o, mesmo que só eu acreditasse que estaria confortável e foi por isso que falhei tão alto. Sempre me maravilhou a literatura do realismo mágico, aliás,...

O azul é lá longe

No dia 19 de Dezembro de 2013 o conhecido blogger Jason Kottke decretava a morte dos blogues, sinalizando o declínio social e mediático da blogosfera perante a ascenção das redes sociais. Esta alteração de paradigma viria configurar uma profunda revolução na forma como nos relacionamos com a informação no mundo online. Neste novo ecossistema da internet os conteúdos são valorizados sem interacção humana directa tendo por base um grande conjunto de variáveis: o número de “gostos”, comentários e partilhas de uma publicação, mas também inúmeros factores de selecção e quantificação só conhecidos para os proprietários destas plataformas. Sendo capazes de estabelecer um retrato particular de cada utilizador, abrangendo campos muito diversos do seu universo de interesses, as redes sociais conseguem também oferecer uma experiência de utilização específica, diferente para todos e dedicada a cada um de nós. Desta forma, os algoritmos tornaram-se muito mais do que meros auxil...

Raízes

Através das pedras  dos muros a errância verde das ramagens do mundo dos teus braços transforma-se em som de vidro, em pétalas de espuma, em raízes mais fundas. Através das raízes do chão a errância ténue do sangue liberta todo este sal de pregos em silêncios de musgo, em retalhos de escrita. Paulo Vinhal  2017

Versus

Admira-me sempre esta espécie de fraternidade  entre estranhos que desencadeiam acções culminadas em amizade.  Se não somos da família, se nunca nos tínhamos visto e se nem sabemos, eventualmente, a que tribo pertencemos, se a alguma precisaremos de pertencer sequer, de onde nos chegam os amigos?  De todos os lados, concluo, pois dizem: "que há sempre outro mundo no mundo" - Amaro Figueiredo E assim, do meu mundo, fui confessar-me ao dele. está tudo aqui

Lista de Compras II

Das palavras aos desenhos em constante viagem.  Por imagens encontradas num disparo repentino,  enquanto os olhos percorriam  a linha dos detalhes.  Levar as mãos ao peito dobrado a dois tempos  em coisas ditas e vistas só pela beleza de as fazermos. Das que se escrevem e das que nos põem  nas margens mais bonitas das contradições humanas. Por tolices do que for cómico nas linhas e formas  aos versos que nos sacodem e nos acolhem. Todo um Mundo mais meio cheio do que é bom  que meio vazio do que nos dói .  Um Mundo repleto do que for, dos arranques heróicos aos grandes fracassos memoráveis. Um Mundo de acordo com o que vivermos e quisermos. Nosso.

Procura-se Bloguers com fogo na venta!

Procura-se autores que queiram escrever, fotografar, ilustrar, fazer BD neste ou para este blogue... Temas? O que vos der na real gana! Pagamento? Não brinquem, isto é a sério... Mandem as vossas candidaturas na forma de um curto portefólio (duas ou três fotos e/ou ilustrações e/ou vinhetas BD) um texto pequeno, (conto, crónica, ensaio) para o e-mail: neomiro03@gmail.com Aviso já que, todos os direitos de autor são garantidos, e todo e qualquer trabalho enviado, será publicado no blog para apreciação global dos seus seguidores. Entre estes, dois dos melhores, poderão vir a fazer parte deste Mundo em igualdade de parceria, podendo publicar e divulgar os seus trabalhos, e outros que considerem interessantes, livremente. Na eventualidade de alguém se candidatar, a designação do blog terá de ser, obviamente alterada. Atirem-se!

Um livro na mouche.

(...) "o tema é complexo: perda, sensação de fracasso, a ideia de que se gastou uma vida inteira para quase nada. O narrador, um professor de escrita ou talvez escritor falhado, enfrasca-se em Macau a observar a empregada chinesa de um bar anónimo, a falar com ela em imaginação (como se a rapariga pudesse perceber as palavras dele). Temos ali o cansaço e o desencanto, a impossibilidade de comunicar, a fantasia sobre a vida dos outros. (...) por Luís Naves no blog Delito de Opinião

Nao há Feira, mas há escritores.

Nao deixem de aparecer. Os livros sao de todos e para todos. Nao há força alguma com poder suficiente para afastar os escritores dos seus leitores. Aprendi isto, em miúdo, na primeira vez que visitei a Feira do Livro do Porto. - http://queremos-a-feira.blogspot.pt/2013/06/feira-de-sonhos-por-casimiro-teixeira.html

"Governo Sombra" lido e revisto pelo blogue Efeito dos Livros

  Para lerem a opinião, cliquem no link em baixo http://efeitodoslivros.blogspot.pt/2013/04/governo-sombra-de-casimiro-teixeira.html

Opinião no blogue "Ideias Dispersas"

Quase imperdoável o meu esquecimento em mencionar aqui, a muito interessante recensão que a minha querida amiga Cláudia Moreira, fez do meu livro: "Governo Sombra" no seu discreto mas fundamental blogue: IDEIAS DISPERSAS. Fica pois aqui o link para o mesmo, com esperanças de que ela me perdoe, e para que o leiam, claro. Vão gostar de certeza.

Entrevista ao "Na Companhia dos Livros"

A minha querida amiga e conterrânea, Isabel Maia, do blogue "Na Companhia dos Livros", depois de ter feito já a sua própria apreciação do meu livro, Governo Sombra, achou por bem ir mais além, e decidiu presentear-me com esta entrevista , à qual acedi com todo o prazer que se retira de uma boa conversa informal entre amigos, levada à cabo com toda a descontracção na mesa de um café. Obrigado por isto Isabel. Deixo aqui o link da mesma, para todos aqueles que quiserem saber um pouco mais sobre mim, e sobre o meu trabalho. Espero que gostem.

Na companhia dos Livros

Leiam a opinião da minha querida conterrânea, a Isabel Maia, publicada no seu blogue " na companhia dos livros "sobre o meu livro: "Governo Sombra".  Muito bem apanhada a sua recensão, e, se me permitem a momentânea falta de humildade, a sua classificação final acerca do livro, também. Serei certamente muito suspeito em afirma-lo, porém asseguro-vos, vale bem a pena passarem por lá para se inteirarem. Deixo-vos aqui um pequeno excerto do mesmo: " Casimiro Teixeira apresenta-nos neste Governo Sombra um enredo intrigante, que vai prendendo lentamente o leitor até o mesmo chegar ao ponto de se questionar se aquilo que está a ler será real ou se é pura ficção."

Opinião no ...viajar pela leitura...

Mais uma vez, os meus sinceros agradecimentos à Paula Teixeira, do blogue: ...viajar pela leitura...  pela maravilhosa opinião que aí publicou sobre o meu livro: "Governo Sombra". É decerto um prazer, uma enorme satisfação, aquele que assiste a todos quantos expõem os seus trabalhos aos olhos do público, e depois recebem, como réplica quase imediata, uma visão tão próxima, e quase tão detalhada, quanto aquela que pretenderam transmitir. Suponho que, para uma compreensão total deste livro, como de outro qualquer, estará implícita e obviamente clara, a necessidade de lerem o mesmo, pois a seu o de seu dono, e cada um lá fará a sua própria interpretação, como deve de ser, contudo, nunca é demais salientar, quase à laia de um prefácio, a opinião de alguém, que já o leu, e que assim o explica tão bem. Obrigado Paula.