Não sei nada sobre o que fica por dizer, sobre fórmulas, sobre os arquitectos de futuros, amizades interesseiras e interessadas, ou sobre estas justas modernas que edificam uns e não outros. - Não os destróiem, atentem, que o desprezo é sempre muito mais eficaz, e certamente, muito mais doloroso para quem o sofre. A destruição até seria um oásis. - Não sei, porque não sei sequer o que esperar de mim próprio, quanto mais dos gostos de terceiros. Não sei, porque se não me deixam rir, acredito no dever de continuar a chorar, de ser piegas, queixinhas, o proverbial "calimério", de insistir, de reclamar. Acredito, mesmo que de nada me adiante. Ficar calado é que não. Ficar num canto obscuro a sorrir por tudo e por nada, reduz-me, não quero. E não quero ser optimista por fora quando por dentro a ebulição se entranha inexorável. Não, também não pode ser. Não quero ser um ratinho amestrado, ainda que nem me deixem ser alguma gloriosa fera indomável. Não posso! É certo que t...