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Textos Devolvidos V

(...) Aqui em casa há um pátio, cobre-o um verde murcho por todos os lados; heras, madressilvas, pés de feijão-verde e tantos, tantos arbustos, todos secos e mirrados por falta de luz e de água. Pelo meio estão as canas beges e escamadas que o meu pai trouxe de um campo.  Não se alimentam em condições os pobrezinhos, nenhum deles. Ao centro, sobrevivem dois limoeiros, tristemente secos também, despidos de qualquer amarelo. O meu pai pôs dois chapéus gigantes em cima dos limoeiros para eu poder visitar o pátio de vez em quando e observar o vai-e-vem atarantado das formigas. A minha mãe não gostou nada disto. Diz que as árvores não são gente para terem chapéus, que as formigas não são nada tontas e que os meninos como eu, deveriam era ficar dentro dos ninhos, resguardados.  Depois dos limoeiros, e depois do muro, fica a doca do Libânio, que, por ser feita de pedras cinzentas tem sempre luz em abundância.  Tenho tanta pena das pedras. É mesmo uma chatice isto da lu...

Finalmente, Paz!

O pequeno conto que poderão ler a seguir, faz parte do projeto: EU AMO ESCREVER organizado pela editora do Rio de Janeiro Livros Ilimitados e pela empresa de moda Cantão . Destina-se a selecionar 10 contos de todos aqueles enviados, para publicação e atribuição de um prémio: Um iPad! Claro, que na fase inicial de pré-seleção, todos os contos confirmados, só passarão à fase seguinte se reunirem um número suficiente de votos populares, daqueles que visitarem a página do Eu Amo Escrever! Conto convosco... Procurem pelo conto Finalmente, e se gostarem do que vão ler a seguir, Votem! Fez mórbidos preparativos naquela manhã, para o desfecho há muitos anos congeminado na sua mente de homem perdido. O Caminho de pedregulhos polidos levava-o a um nicho recatado, mais além da língua de areia da rampa dos Socorros-a-Náufragos, pelo paredão comido por anos e anos de rebentação sistemática, de ondas gigantes de inverno, aí, num cantinho de pescador, Benito, deixou de olhar para ...

8º Campeonato Nacional de Escrita Criativa. - 1ª Jornada

Bem, por acaso até nem me saí nada mal. Na 1ª Jornada, do 8º Campeonato de Escrita Criativa, organizado mais uma vez pelo Pedro Chagas Freitas, o meu texto saiu por cima, e venceu. Vale o que vale, mas sinto-me contente por isso. O tema do primeiro desafio era o seguinte: Pense num produto sem o qual não poderia viver. Agora imagine que a marca anunciou que o vai tirar, em breve, do mercado. Escreva para a empresa a tentar demovê-los dessa decisão.                                             (máximo: 400 palavras) Se estiverem interessados na leitura do texto em questão, poderão faze-lo no blog do escrita criativa, aqui!

I Concurso Literário "Ser Solidário"

Um conto que escrevi, "O Fim da Noite", foi galardoado com uma das duas menções honrosas atribuídas pelo júri do serviço de Humanização do Hospital de S. João, no âmbito do I Concurso Literário "Ser Solidário". Uma iniciativa subordinada ao tema em epígrafe, e cujo vencedor do primeiro prémio foi o poema "Ser Solidário" da autoria de Cristina Ferreira Magalhães. Cliquem no link da foto em cima, para poderem ler os textos vencedores.

Paixão com paixão se paga.

O mundo de Miro também participa.