Por definição, uma rede social haveria de ser um mecanismo dedicado à aproximação de pessoas. Existem teorias e teses que o comprovam à priori. Mas, como toda a imperfeita estrutura insana destes tempos keynesianos, que rejeitam a lógica da informação perfeita, até as definições já não são aquilo que eram, e há sempre lugar a uma análise solta do que sucede a posteriori. Na prática, cada vez mais é um factor de reclusão individual, chegando a extremos de exclusão social. Isto porque as pessoas que maioritariamente, utilizam estes serviços "sociais", fazem-no por um conjunto de razões, quase todas completamente umbilicais aos seus próprios egos, ainda que amiúde, focadas na honestidade daquilo que exprimem, ou intentam exprimir. É sempre um chapéu de dois bicos, uma ambiguidade por excelência. Mas o índividuo honesto dificilmente precisa de contar para além dos seus dez dedos das mãos, para enumerar os seus amigos, acrescentando, em caso extremo, os seu...