Pior do que o inexorável desgaste emocional, derivado de motivos, o incontornável descalabro psíquico que, vez por outra, (cada vez com mais frequência) me atira às cordas e me deixa ali, inane, a lambuzar-me na própria saliva que só quer gotejar da boca para fora, só quer aparvalhar-me, retornar-me ao útero. - Maldita boca que nunca se fecha. Malditos dedos doentes do síndrome de se mexerem em cima das palavras. - Pior do que este estado meio catatónico de auto-comiseração, é preocuparmo-nos com o próprio corpo. Como se este fosse o essencial de nós, só porque é visível a olho nu e aparece mais vezes do que deveria em retratos digitais. Não percebo a necessidade de deter ou limitar precocemente o que a vida acabará necessariamente por fazer. " A vida encontra sempre um caminho ." Vi esta merda em um diálogo de um filme sobre dinossauros. E o nosso retrato ali era horrível. Bem feito fazermo-nos devorar pela nossa própria arrogância! A mesma espécie que deriv...