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Até a Morte tem os seus Dias contados

Rui Rock's

Hoje é o aniversário do meu amigo Rui Terroso. Quarenta e três anos de vida, mais de vinte de música incansável. Um homem diferente neste tempo de arraso total da individualidade, assustado ou não, tenaz, jamais desiste. A certeza na frente e sempre seguindo a canção. Um grande ser humano que não espera acontecer, faz. Merece-me tudo e assumo-lhe a dedicatória. Falei está falado. A amizade não vê nem ouve, só sente. Parabéns Rui.

Ainda a 'governar' pela sombra dos usados.

Feira do Livro do Porto '18 Foto tirada por uma amiga/leitora Obrigado Olga, muito, muito obrigado.

Estender a Pele pela Boca

A Não Perder!

Dia dos Amigos?

Acabo de descobrir mais esta pérola. Como escapei do campo de concentração das redes sociais, demoro mais tempo que o comum dos mortais a fazer tristes figuras. Grosso modo, isto é a instituição celebratória de mais um dia, entre os trezentos e sessenta e cinco (os bissextos são anti-natura) que fazem os anos avançar inexoravelmente. O de hoje caiu na consignação da amizade. E há festa, penso. Gritos ululantes, amizade desbravada nestas vinte e quatro horas, sem restrições ou de outro modo, introspecções demoradas sobre o que quer que seja, que não se refira ou celebre a amizade. Hoje é o dia dos amigos, disse alguém, e, ai de quem não o seja ou o mostre neste dia. Mas, esperem... ninguém me ligou hoje. Nem vivalma me marcou nas coisas comuns destes dias inefáveis, um toque, uma foto, um post, algum link ou tag. Não terei amigos? Dizem-me que sou inacessível porque vivo na minha privacidade e não partilho ao segundo a ingestão de cada alimento ou a prova de cada acção. Dizem-me qu...

Uma Cidade que vai contar Histórias

Aberto ao público em geral  - A não perder no próximo Domingo -  Casa da Cultura de Santa Comba Dão. Os meus sentidos agradecimentos ao mentor deste projecto, Amaro Figueiredo, pelo convite que me lançou para participar neste projecto. Tomara que houvessem mais como tu neste país, Amaro. Obrigado.

A Paz do Silêncio

Abertura da nova exposição do meu amigo Helder Sanhudo, a não perder no próximo Sábado. (...)  O arranque de uma nova exposição de Helder Sanhudo é de interesse comum, e se não é, deveria de ser. Este interesse parece advir da forma como se reinventa com regularidade, arriscando técnicas de criação e afirmando uma arte que se deixa maravilhar pelo mundo numa atitude firmemente positiva.  Há no seu labor uma grande versatilidade que acaba por se afirmar ou na libertação imensa, ou na parcimónia da cor, sendo assim, ao mesmo tempo económico e luxuriante.  É um tipo de exposição que funciona como bálsamo para estes tempos rápidos de imediatez desumana, pois quer-se demora na visita. Cuidado na apreciação. (...)

...onde o vento sopra mais forte

O meu caríssimo amigo Rui T, em actuação ao vivo no Teatro Municipal de Vila do Conde, com o novo tema, entretanto já gravado: "Corre", baseado no meu livro com o mesmo título. O Humberto sorri algures. Podem saber um pouco mais sobre o Rui e o seu trabalho, aqui .

Levantem-se, ouçam e tremam de orgulho.Foto

...eu tremi! Foto: Jornal "A Bola" Foi assim que a tsf nos trouxe o golo histórico de  E der Isto é vívido. Isto é sangue. É loucura. É amor... Não é futebol (que nem aprecio), é a minha equipa, é o meu País!

Hoje queima-se longe de qualquer chuva

Q ueima do Judas 2016

Próximo Sábado todos a Corre (r) à Póvoa

Como Corre! (u) no Porto.

Fotos do meu grande amigo e excelente fotógrafo Jorge Machado No Sábado passado, na Casa das Artes, no Porto, apresentei o meu livro "Corre!" - Apareceram poucos, mas os que vieram são todos dedicados; suponho que só nunca estarei novamente. Conheci uma pessoa com uma nuvem no lugar do coração, a Dra. Aida Araújo Duarte , que me apresentou divinalmente o livro, abracei muita gente por lá e por aqueles breves instantes voltei a sentir-me necessário.  Agradeço isto ao Humberto também, esse picuinhas de meia-leca que imaginei para esta narrativa, que me ensinou a libertar-me de tanta coisa que me pesava e a existir tão somente. Obrigado.

"Corre!" à Casa das Artes - Venham!

Há tantos eventos diariamente, tantos que só as afinidades por vezes, ou os interesses mormente, resumem aqueles onde verdadeiramente comparecemos.  As redes chamadas de sociais, consomem-nos a agenda com isto. Porque somos seres sociais marcados à nascença pelo tempo onde vivemos e tudo isso nos obriga à consideração do espaço que havemos de preencher em determinado momento. Atenderemos a tal evento por consideração à pessoa ou por atenção ao interesse maior de que nos dispomos a atender? É realmente um "pickle" azedo que só levamos à boca nesta altura. Noutro tempo qualquer teríamos o bom discernimento de decidir conforme outros factores muito mais afectivos. Este imbróglio faz-me lembrar uma pessoa que em tempos foi um dos meus melhores amigos. Até se lhe ocorrer que eu nem era ninguém. Vá, não me pintem estereotipado; detestaria ser o tipo que se queixa porque lhe caiem lágrimas pela cara abaixo como só acontece com quem é genuinamente infeliz apenas pela graça...

O melhor de tudo são as crianças...

Próximo Sábado, dia 26, irei mais uma vez ler o meu conto infantil (não publicado - ainda) : " O Lugar Onde Começa a Chuva " - Será na sede da associação Bind'Ó Peixe , nas Caxinas, que foi quem me endereçou o convite, e o evento destina-se à animação das crianças do bairro de pescadores deste lugar tão emblemático da minha querida Vila do Conde, mas não só. Todos podem aparecer. Venham, e tragam os miúdos.  - Começa às 15h30. Consultem o cartaz.

Às Coisas Vividas...

...por Helder Sanhudo! De ontem até 25 de Outubro, Casa das Artes, no Porto. Não deixem de passar por lá. “ Às Coisas Vividas ” é mais que uma retrospectiva do trabalho artístico mais recente de Helder Sanhudo, é uma mostra emotiva de revisitação, uma aventura para não deixar esquecido o constante desafio da tela em branco. Vincar, solta e viva a sua presença como elemento criativo de recordações pictóricas que permanecem, alavancando a criação de futuras memórias. Todas as saudades de um tempo em que viveu out ras vidas, conheceu novas histórias e mundos, e as definiu debutantes, no seu trabalho. Há um caminho possível para introduzir o nosso olhar nesta mostra. Penso em álbuns de recortes, em diários, acumulações de fragmentos ou objetos nostálgicos; uma ideia de melancolia que percorre a selecção aqui exposta, como se coleccionassemos compulsivamente com os olhos, as linhas condutoras que se atravessam de um quadro para o outro, imaginando com...

Novos valores a emergirem da Seda

Sábado à noite estaremos juntos. Que apareçam muitos.  

Cruzamentos

Me & Scott Mathew

Na minha cabeça poderíamos ser amigos para sempre.  Belo e feio, gordo ou hipster, pouco importa quando a música e a voz nos torna bonitos e iguais para sempre. Hoje, no Teatro Garrett, na Póvoa. Ouçam isto que é tão lindo  

Queima do Judas 2015

Por uma só noite fui poeta, e isso basta-me para uma vida. Fotos: Sara Jaques  - Poema na Tasca - Sento-me ali todas as noites esperando pela maciez do passar do tempo. Sinto que poderia escrever o tempo inteiro sobre os vossos passos, olhar para trás e vê-los anavalhados num futuro líquido, mas não posso. Sinto perto a tempestade fatal que descreverá o poema do vosso fim. Talv ez o rio suba demasiado, e seja certeiro, na hora marcada desse tempo que não espero ser feito de dias felizes. Talvez.. Tantos lanhos vos contei por tantas mãos por tantos barcos por tantos copos, tantos risos, tantos gritos e canções, tantas discussões de mortos, por tantas e tantas noites, ali sentado ao vosso lado. Que golpe tão infeliz fez o gume do progresso! Ali fui narrador da vossa história inteira, mas agora, não sei de mais nada... Dali assisti já ao vosso fim. O novo mundo nem vos quer. Sois sujos e barulhentos, pobres e incons...

Ainda haveremos de ir todos a Viana