O Povo diz sempre coisas muito bem ajustadas às determinadas situações, derivadas de milénios incontáveis de sabedoria popular acumulada. Exemplos são desnecessários aqui, pela sua redundância. Cada um integra o seu próprio povo interior, e por isto mesmo, cada um também açambarca a sua própria sabedoria hereditária. Mas isto só vale se distante do "dia das mentiras" - por isso escrevo-o hoje e não ontem - Cada verdade pessoal necessita dessa distância ao teatro comum dos dias enganadores, que, infelizmente, já nem se restringem apenas ao 1º de Abril. O Facebook (odeio-o ou odeia-me ele) é o melhor exemplo desta coisa insidiosa de se dizer sem alma de sabedoria passada, sem a constância de uma observação prolongada. - Diz-se. Dizem-se coisas e até há quem as justifique depois, por acreditar que uma justificação vale pela verdade, por trás da encenação primária do que foi dito de início. Esta estória de validade ignóbil, está repleta de campeões e detractor...