Através das pedras dos muros a errância verde
das ramagens
do mundo dos teus braços
transforma-se em som de vidro,
em pétalas de espuma, em raízes mais fundas.
Através das raízes
do chão a errância ténue
do sangue
liberta todo este sal de pregos
em silêncios de musgo, em retalhos de escrita.
2017

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