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"Eu digo ficção, e o drama não ficcionar..."

Ontem quis saber mais sobre a existência dos "cricas", ademais exaltei-me entre espaços abertos e viajei mesmo nessas planícies volumosas da criação.

Fui a Cuba, finalmente! Não a dos trópicos, essa está na bolsa de viagens a fazer com dinheiro, mas a nossa, a do Alentejo. Indentada entre umas mini-férias do seu criador, "Humberto Crica" surgiu novamente tão vívido como quando o fiz nascer, quando dealbei pelas bandas de um espaço desconhecido onde o coloquei na história.

Cuba é maravilhosa. Não apenas a estação de comboios, mas toda a Vila. "Humberto" perdeu tanto em não a explorar, seriam alguns capítulos mais de deslumbre, mas optei pela economia. O "Corre!" é uma novela e há que avançar com a narrativa cortando as cartilagens onde as houver. Porém, fiz a graça de campo em um banco de jardim onde o criador tentou imitar a postura da personagem.

Convêm realçar que o dito personagem nunca foi idealizado na formosura anafada do seu criador, agora, mas ainda assim, é um retrato mais ou menos fiel da sua disposição emocional de então.

Assim que, sem mais delongas, aqui fica a imagem de um "Humberto Crica" que poucos quiseram conhecer, mas que, para mim, será sempre o meu "ID".





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