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Pensamentos avulsos VII




Pequena nota para chamar a atenção para as coisas boas da vida, que, ando sempre demasiado distraído para ver, e só me colam à memória como saudades boas.
Ou apontamento para não deixar passar em branco muitos beijos e abraços a quem tanto me procura e dos quais só fujo. Estou assim em Dez de Novembro de Dois mil e dezassete, o que sinto estranho, mesmo na sensibilidade dos dedos enquanto o escrevo. Vindo de quem viu a sua vida salva pela música gótica não cabe em qualquer exactidão, sobretudo em um Universo que raramente se desleixa. 
Breve exposição de como estou. Estou assim, tenho uma arma na mão, é líquida, fumegante e um historial de reflexos involuntários que nem tremem nem nada. Isto é o que mais me assusta. Hoje estou assim, a precisar de fugir por aí fora à procura só das histórias que me queiram contar pelas ruas, amanhã dia Onze de Novembro do mesmo ano, poderei meter o amor no carro e fazer uma viagem mais longa e rica, ou poderei já estar morto. Não tenho medo e não há medo pior do que esse, desse e do filho da puta da falta do amor próprio.


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