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A Humidade no Yoga

Sejamos realistas, qualquer homem que decida integrar um 'estúdio' de Yoga, que maioritariamente é atendido por mulheres (é verdade, fui ver as estatísticas.) , mulheres dedicadas a melhorarem-se, é certo, mas mesmo assim, vendidas ao apelo daquelas indumentárias que envergam, porque são as roupas a isso destinadas, e portanto têm de as usar... porque..porque sim. Isto é demasiado errado! Eu sei. As mulheres devem (não) TÊM de ser livres para fazerem, serem e usarem o que desejarem. Porra! Se acharem o Yoga ridículo (como eu acho que é), afastem-se disso, não o façam. Se, por outro lado até quiserem fazer Yoga nuas, façam-na. É uma coisa que existe.(outra pesquisa que fiz.) - Nunca me excitarei mais com a nudez do que com o seu mistério. - A questão aqui prende-se com a natureza mais básica do ser humano. - Tanto homens como mulheres, vagueiam em um lodo primordial de excitações constantes. Estamos armadilhados para fodermos! - Somos assim, não há como contorná-lo. Assim que, a...
Mensagens recentes

Acerca de Anderson's...

Hollywood é um gigantesco cadinho demente de fumos e fogos fátuos. Ali se fundem todos os sonhos e pesadelos possíveis de se imaginar.  Senão, atentem, como mero exercício, neste trio de realizadores, que, por falta de melhor expressão que defina o interesse ou a natureza relevante deste post, decidi chamar-lhes apenas de os " Anderson's ". Cada um mais díspar que o outro, e contudo, todos " Anderson's ", e abundantemente prolíficos e criativos dentro dos seus géneros. Acho fascinante, daí querer escrever sobre eles e, no mais comum torpe da embriaguez, tentar encontrar alguma similitude entre eles, além do apelido; " Anderson ". Começarei por ordem prima de grandeza, na minha opinião, e é esta que para aqui interessa, não fosse este um blogue intrinsecamente pessoal onde explano tudo e mais qualquer coisa que me apeteça. Sendo assim, a ordem será do melhor para o pior destes " Anderson's ".  O melhor : Wes Anderson .  O do meio : Pau...

Inverno cruel que despontou a semente...

 

Dia do Pai

  Houve sempre tempo para morrer melhor. Talvez fosse mais especial esperar o baque do fim ou até quem sabe, arrojar-me ao futuro cheio de mais hipocrisias que a maioria. - Quem poderá saber? - O Futuro é quase tão imprevisível como a vontade de morrer. Ando nisto há demasiado.  Quiçá me acovarde sempre. Quiçá seja daqueles organismos pusilânimes que aguardam a salvação do último segundo. Só que esses não se entregam realmente. É teatro apenas, puro melodrama. Eu não sou desses, nunca fui. Arraso tudo e todos à primeira. - Só! Então o que sou, realmente? Serei a verdade no sangue derramado, o realismo dos comprimidos em excesso, a paixão mal-conseguida do mergulho inevitável naquele mar que jamais nos devolverá? Fui tudo isso e porém, ainda aqui estou a escrever este texto presunçoso que pouco explica só faz referências e apelos e alusões e tretas por demais. É nojento este texto, é nojento porque implica com a morte como se esta fosse um espectáculo trivial sobre o qual se pu...

6 do 2

 

CR7 40

  Quem me conhece mesmo nas franjas mais remotas daquilo que sou, sabe completamente, que o futebol me passa ao lado da existência.  Acompanho-o fervorosamente apenas nos torneios internacionais (europeus e mundiais), jogos de selecções. Porque quem me conhece melhor, sabe que, apesar de todas as minhas idiossincrasias sou é adepto deste País espectacular. E, dentro desse mesmo contexto, quem melhor exemplifica e, convenhamos, mais nos exulta essa estranha paixão que o Cristiano Ronaldo? Resposta: Ninguém! Nem Eusébio, nem Figo nem o diabo-a-velho com dois pés capazes de chutar uma bola, alguma vez nos entronizou mais a este desporto que este super-herói madeirense. O raio do homem não consegue deter-se a meio de nos orgulhar de sermos portugueses como ele. É uma coisa que de fenómeno ele roubou na realidade do outro jogador que dispunha do mesmo nome e alcunha, mas que, nunca, jamais se poderá equiparar a este. E tanto é isto verdade, que hoje, 5 de Fevereiro de 2025, este de...

Please do it, now!

 

Onde andam estas mulheres bonitas? - VI

Durante o seu breve, mas riquíssimo esplendor de glória, pelos finais dos anos 80, princípios de 90, a banda BAN gravou três discos de enorme sucesso, cujos temas depois acharam por bem repetir em compilações e ' best off's ' pelos anos 90 fora até chatearem toda a gente e por fim desaparecem justamente, e depois reaparecem em 2010 sem razão aparente. Apesar de tudo que evidenciaria o contrário, sempre gostei dos BAN . Intrigou-me demasiado aquela displicência incoerente das letras e o ritmo pop cheio de outras influências transviadas que diziam a época toda em pequenas grandes canções emblemáticas que jamais haveriam de ser. Aquilo fervia-me e fazia-me canta-las. E, se as canto, gosto-as. Porém, e como diria a histérica pindérica dos concursos lixo : "Isso agora não interessa nada.. ." Até aqui está tudo dito, excepto por uma coisa muito, muito  especial. - Aquela rapariga maravilhosamente linda que apareceu não em um, mas dois vídeos tristes dos BAN que decorrem...

No seu tempo e contexto, também o Hitler foi considerado visionário!