É bem possível acreditar-se em heróis, talvez muito mais do que em super-heróis, neste caso porém, torna-se absolutamente provável conseguir-se acreditar em ambos.
Stan Lee foi, ele mesmo, um herói poderoso de uma mão cheia de gerações. O seu super-poder foi o de criar personagens que, apesar de habitarem um espaço de fantasia e misticismo, eram, cada um deles à sua particular maneira, tão humanos e relacionáveis como qualquer um dos seus fãs.
A sua deslumbrante genialidade foi a de nunca permitir que na equação de um personagem seu, o processo criativo pendesse demasiado para o absurdo, sem alguma âncora narrativa que o agarrasse para sempre ao imaginário realista do mais comum dos mortais. Assim se explica o sucesso desta lenda e das suas criações, que o acompanharam ao longo dos 95 anos da sua vida e que indubitavelmente lhe prestarão o bom serviço de perpetuar o seu legado.
Stan Lee foi, ele mesmo, um herói poderoso de uma mão cheia de gerações. O seu super-poder foi o de criar personagens que, apesar de habitarem um espaço de fantasia e misticismo, eram, cada um deles à sua particular maneira, tão humanos e relacionáveis como qualquer um dos seus fãs.
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| Stan Lee e um dos seus personagens icónicos, Spiderman. |
A sua deslumbrante genialidade foi a de nunca permitir que na equação de um personagem seu, o processo criativo pendesse demasiado para o absurdo, sem alguma âncora narrativa que o agarrasse para sempre ao imaginário realista do mais comum dos mortais. Assim se explica o sucesso desta lenda e das suas criações, que o acompanharam ao longo dos 95 anos da sua vida e que indubitavelmente lhe prestarão o bom serviço de perpetuar o seu legado.
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| Stan Lee (1922 - 2018) |


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