...absolutamente ternos e belos. Maravilhosos.
Extraordinariamente perfeita a utilização do "Adagietto" (da Sinfonia N°5) do Mahler neste filme. É como se a música, sem recurso a mais artifícios, nos colocasse na frustração, na pele inquieta, na paixão incompleta do compositor Gustav von Aschenbach, personagem exemplarmente interpretado pelo Dirk Bogarde, e nos fizesse também sofrer ao assistirmos o desenrolar da sua obsessão. Brilhante.

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