A apatia sabe mal, tem um mau travo na existência
fingo-me apático para que o que me trava
não me reste mais no sangue.
Sempre foi este o meu fim
chegar ao posto malquisto
e não sentir o receio da quietude no sangue.
Mas, por fim
na derradeira margem
qual de mim sobrevive.
O sangue que me compõe
ou aquele onde as pessoas me diluem?
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