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Esquecermo-nos de ser quem somos.


Comecei ontem a leitura do livro "Oblívio" de Daniel Jonas. A intensidade de certos poemas é enorme. Jonas tem a capacidade de nos transportar para o centro do seu assombro (lucidez, dirão alguns; loucura, dirão outros). Será um livro que irei ler e reler. Tenho a certeza.


"Assim no meu soneto aqui gravei
quem não sou nem fui e menos serei"

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