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| O Sétimo Selo (1957) - Ingmar Bergman |
Com alguma certeza absurda, imagina-se constantemente a morte como um revés, o derradeiro insucesso, nunca a imaginando como a oferenda de um domínio, um último, e talvez o único poder para quem perde a vida: quase um triunfo sobre todas as
piores derrotas.
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