Nunca soube bem acreditar em milagres. faltava-me sempre a roda infinita da liberdade, e acabava preso à razão. Sei pouco do que vale bem a pena saber. Só sei que és um céu, que és um céu que não acaba, e eu afinal, um pequeno milagre de movediço mar apaziguado, que se acabou feliz na nudez quente dos teus braços.
Comentários
Enviar um comentário
Este é o meu mundo, sinta-se desinibido para o comentar.