Nunca sou eu quem vos agrada,
nunca. Um nunca lido alto e em bom som.
Que venha a verdade e nasça água do chão directa à vossa boca,
sois gigantes, colossos, sois reis.
Eu? Eu não.
Se ficar aqui parado, sem dizer isto, torno-me nada,
mas, se me mexer, um pouco mais animado,
a minha liberdade será tão pouca,
que só por desfeita a reconhecereis.

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