Caminho ansioso pelas areias de outono,
neste lugar ventoso aqui no Norte.
E não encontro nem gente que ri,
nem estranhos como eu, entregues à mesma sorte,
ou almas conhecidas que também andem sem dono.
Não encontro sal nem gente que chora,
no vasto espaço vazio que hoje eu preenchi.
Não há gente nenhuma onde estou eu agora.
CT 2007

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